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Mais livros, menos armas, ouviu major Olímpio?

[embed]https://www.youtube.com/watch?v=CJpXRkiQ96c[/embed] Marilena Ferreira defendia o uso de livros e o fim das armas por uma sociedade de paz e justiça e foi a primeira a ser morta no massacre da Escola Raul Brasil, em Suzano. O senador major Olímpio, da bancada da bala, disse que se os professores estivessem armados, a tragédia poderia ser minimizada. Especialistas condenaram a fala do parlamentar e defenderam um grande pacto da sociedade para tornar a juventude brasileira menos violenta. Terceiro jovem suspeito de organizar massacre prestou depoimento Um adolescente suspeito de ter participado no planejamento do massacre de 8 pessoas em escola de Suzano na grande São Paulo, se apresentou a Justiça nesta sexta-feira justiça. O jovem de 17 anos anos prestou depoimento e foi dispensado. Homenagem aos mortos do massacre de Suzano Uma nova passeata em memória das vítimas foi realizada no centro do município. Professores, estudantes e familiares percorreram as ruas do centro da cidade em silêncio, em memória das vítimas. Os manifestantes pediram justiça, defenderam a educação para combater a violência e a não liberação das armas. Especialistas analisaram massacre sobre diversos aspectos. Major Olímpio está em defesa da indústria da arma Para o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara a declaração do senador Major Olímpio de que se os professores estivessem armados poderiam evitar a tragédia em Suzano foi irresponsável. “O senador quis ser demagógico na colocação para defender os grandes aliados dele, que são aqueles que atuam na indústria de armas. Ele acabou colocando uma posição que é extremamente danosa pro debate público brasileiro”, disse Daniel Cara. Para ler o conteúdo na íntegra, acesse: http://www.tvt.org.br/mais-livros-menos-armas/